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quarta-feira, 23 de julho de 2014
Cotidiano- miniconto com tautograma em "C"
Cotidiano
Começamos contando conversas, comentando causos. Culminaram carinhos concretos, conquista compartida. Contentamento.
Completos, criamos cada cantinho. Convívio crescente, casamento, casa, carro, crianças...
Cotidiano conjunto.
Compusemos canções. Cores concebemos.
Convivência corroída, comprometida, caos conjugal...
Comunhão cessada.
Como certeza, carrego conflitos, cartas cortadas, calores contestados, calvário compreendido, corações corroídos, cama clamando chama, colheita, compartilha.
Consequências:
Calafrios,
Cobertas curtas...
Estações - Miniconto
Estações - Miniconto
Suspirava a cada troca de estação. Depois do frio, quem sabe as flores trariam ares amorosos, outro suspirar e a espera do calor que a arrebataria qual um vulcão. O transitar do tempo remete as folhas que caem, ao vento e ao alarde: È eternamente frio, e assim permanecerá seu coração.
Trapaças do destino - Nanoconto
Trapaças do destino - Microconto
Eram perfeitos um para o outro. Pena. Ele chegara segundos após sua definitiva partida.
Trilhas que se perderam - Nanoconto
Trilhas que se perderam
Cruzaram juntos desertos, os mesmos que hoje os fazem sós.
Traídos pelo ponto de vista - Microconto
Traídos pelo ponto de vista - Microconto
Para ele foram apenas parênteses. Para ela insuportáveis lacunas, finalmente preenchidas com um justo ponto final.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Poesie Zerex - Que o dia termine bem...
Poesie Zerex - Que o dia termine bem...
Anseio que dentro revira
Querer saber do que vem
Segredo que é ir mais além
Mistérios que o verso inspira
e indagar: ser flecha ou mira?
Que venha o que o simples tem...
Hoje o que o meu coração aspira
é que o dia termine bem...

Um estilo criado por Od L Aremse M Peterson
http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4856058

Anseio que dentro revira
Querer saber do que vem
Segredo que é ir mais além
Mistérios que o verso inspira
e indagar: ser flecha ou mira?
Que venha o que o simples tem...
Hoje o que o meu coração aspira
é que o dia termine bem...
Um estilo criado por Od L Aremse M Peterson
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quinta-feira, 17 de julho de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Casal moderno - Microconto
Casal moderno - Microconto
Eram
assim: cada qual tinha o seu próprio: vinho, discos, bibliotecas,
telefone, computador, carro, banheiro, quarto, cachorro, personal,
modernos até certo ponto, apenas o amante era partilhado...
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O inusitado -Miniconto
O inusitado - Nanoconto
Com seus pares combinaram um vinho, queijos e diversões. Só o final não foi combinado. Trocas e descobertas.
Amor demais - Nanoconto
Amor demais - Nanoconto
Era tanto amor, tanto amor que de tanto ser não coube em si. E transbordando, afogou-se...
In_Previsão - nanoconto
Microconto
Im_previsão
Im_previsão
Já
não eram mais como antes. Apenas suplícios, que se tornaram indícios, e
logo se desenhara a cruel realidade. Sequer um bilhete deixaram.
Infindos tons de solidão - Microconto
Infindos tons de solidão - Microconto
Seus olhos eram plenos de escuridão, a alma sobreposta de cinza, como se fora uma noite que decidiu não mais ter fim.


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Especulações - Nanoconto
Especulações – Nanoconto
Não, não era tristeza o que sentia apenas o sol havia faltado, há alguns dias, sem dar qualquer explicação...
Inspiração: Poesia minimalista da poetisa Ângela Gurgel, leia:
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4146387
Pequenas gafes da vida - Microconto
Pequenas gafes da vida - Microconto
Na profissão escrevia sua arte fazendo remakes de grandes filmes, ela, restauradora-conservadora recuperava as mais minuciosas e difíceis obras de arte. No relicário da vida amorosa nenhum acervo pode ser restaurado, refeito ou reeditado.


Na profissão escrevia sua arte fazendo remakes de grandes filmes, ela, restauradora-conservadora recuperava as mais minuciosas e difíceis obras de arte. No relicário da vida amorosa nenhum acervo pode ser restaurado, refeito ou reeditado.
Invólucro - nanoconto
Invólucro - Nanoconto
Exibia rios de sobriedade, nos bastidores, alimentava os sonhos afogando-se em êxtases e tequilas.
Outono em nós -miniconto
Outono em nós
Chuva e libertação - Miniconto
Chuva e libertação - Miniconto
O tema era propício. Chuvas ao entardecer.
Não que fosse fácil, mas era simples, já que todo final de tarde, pelo
vidro que a excluía da vida lá fora, assistia complacente a chuva
mistura-se as águas da baia. Haveria de conseguir chegar mais perto e
experimentar a sensação que só sabia da imaginação. Aquele fora seu
último pensar. Na sequência do silêncio, apenas sirenes e um grande e
ruidoso tumulto formado.
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Ousadia - miniconto
Ousadia
Cruzamento inevitavel - Nanoconto
Cruzamento inevitável
Dia desses bateu de frente com a solidão, não fora um simples baque, mas um acidente, com vítima fatal...

Poema que cai - Nanoconto
Poema que cai
minucias fragmentadas
Minúcias fragmentadas

Nasceu pequeno, doce Haicai, desabrochando foi se alegrando, preferiu então com humor ser Senryu, assim segui, a vida fluiu, então solfejando conforme o caminho e conciso, mínimo: Nonsense - microconto
Nonsense (EC)
Consummatum est. O extenuante processo chegara ao fim. Ananis fora tomada pelo sono profundo e todos, exaustos ao longo de cinco dias de intensa agonia, se foram. O sol já era visto. A possessão acabara. O que viria depois, ninguém jamais imaginaria. A madre, madre?
Sim, a madre, aquela que adormeceu, acordou padre. Padre Ananis. Simples assim (ou não)...
*****
Este texto faz parte do Exercício Criativo - O Exorcismo na Madre
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.oexorcismodamadre.htm
Incógnita - Miniconto
Incógnita
Com efeito, cada caminho foi traçado, embora a tragédia anunciada nunca fora compreendida. Cartas em branco por quê?


Com efeito, cada caminho foi traçado, embora a tragédia anunciada nunca fora compreendida. Cartas em branco por quê?
Esperança - nanoconto
Esperança
E passado pelo rosto uma porção de sonhos, tirou dos ombros o pó do cansaço e seguiu rumo ao que quase fora impossível...
Inspirado na frase:
"Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga". Mia Couto
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Escrevo para.........
Quando escrevo exorcizo fantasmas, é meio abstração e também minha realidade se despindo.Sou eu me confessando a mi mesma.
Um Poetrix ...verdinho......
Escrevo para....
Escrevo para por no mundo pequenas ânsias, escrevo para aportar desejos aflitos, escrevo para me salvar, é como Jogar as âncoras, o barco ora vai ao sabor das ondas, ora é a deriva....
Escrevo para acariciar as suas almas,e ser tocada por seus olhos impressos de brilho!
escrevo para Gozar,Flutuar, ser e merecer, Escrevo para seus delírios, seu deliciar!
Escrevo para vocês,
Agradeço seus olhos em mim, na minha ruptura poética!
Escrevo!
Muito grata por me sorverem as letras!
A todos que aqui passarem seus olhos, mentes e corações!
Rose
Escrevo para acariciar as suas almas,e ser tocada por seus olhos impressos de brilho!
escrevo para Gozar,Flutuar, ser e merecer, Escrevo para seus delírios, seu deliciar!
Escrevo para vocês,
Agradeço seus olhos em mim, na minha ruptura poética!
Escrevo!
Muito grata por me sorverem as letras!
A todos que aqui passarem seus olhos, mentes e corações!
Rose