In_falível amor
Pensara
que apenas uma injeção de novidades, sustentaria aquele amor que
agonizava. Refez a fachada, implementou um estilo mais descolado e
moderno, mas sem qualquer paciência com o tradicional do negócio, pouco
avançou. Dias se sucederam até que finalmente rendera-se a derrocada,
falência decretada, quão insolvente fora aquele insipiente amar. No rol
de perdas e ganhos, restaram danos, apenas danos ao desavisado coração.

Este texto faz parte do Exercício Criativo Abrindo Falência. Conheça outros exercícios:
http://encantodasletras.50webs.com/abrindofalencia.htm
Alheios à razão (EC)
Abstração ou ilusório é fato inventamos uma pretensa relação, quiméricos sonhos, fantasiosas linhas, de fábulas preenchidas, inacreditável_mente.
Mentimos com o fito de nos surpreendemos , e mais uma vez nos apanhamos
assim... Desanuviando a vida com nossas estranhezas. Assim maravilhamos
a vida... Aguando, diluindo em multicores dores e mentiras...
Aprecie os demais exercícios criativos, cujo tema escolhido foi “Surreal” no link a seguir:
http://encantodasletras.50webs.com/surreal.htm
Por um raio de sol
Buscara um lugar ao sol, mas a fila se fez longa e de tão interminável, restou ao fim do dia um mísero molhar de chuva...

Quase dona dos passos meus (EC)
Acho
que sou poeta, e como tal, um pouco de super-herói, ilusionista,
personagem de quadrinhos, tudo é parte de mim. Movo-me às vezes sem
sequer sair do chão, e voo nas asas do pensamento, no sonhar acordado,
nas minhas mais delirantes fantasias.
Movo-me
com a poesia, sigo com ela até onde for possível chegar. Movo-me pelo
seu existir, até o fim do arco-íris, e assim vou viajando, em letras e
palavras, versos e rimas, verbos de mim que despontam a cada amanhecer.
Ainda que chova tristezas e desilusões, ainda que balance o coração
navegador, movo-me porque sempre haverá um sol para comtemplar, e a
festa dos colibris, a dança das borboletas e das flores há de
continuar...
Então me movo em estações, crio e declamo conforme o tempo me concede a sua permissão,
Em dias onde o frio, atinge até o meu ensolarado lugar, reservo o mover e acendo a lareira do refletir, imaginar,
Em outro acordo sedenta de primavera e colho flores e cores de mim para em letras a ti, entregar,
Mas há outonos, que chegam, e o vento que uiva me faz quietar...
Meu
tempo é contado em palavra decantada, e meus pés tocam o chão da alma
poeta, e outros tantos movimentos decorrem, se seguem, e me fazem estar
aqui, com chuvas ou céus estrelados, dias nem sempre tão engraçados,
ainda assim movo-me por sobre folhas de outono estaladas, e sigo, com um
canto de riso, ciente do que me move...
Quase dona dos passos meus... 
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Este texto faz parte do Exercício Criativo - O Que Te Move?
Saiba mais, conheça os outros textos:http://encantodasletras.50webs.com/oquetemove.htm
Presa por querer ficar...
E de repente,
assim tão de repente,
um fracionar de segundo!
Átimo do tempo,
seria um vento a passar?
ou
fora somente um suspiro,
Um rito no tempo afinal:
Era você fazendo rir, meu ar de dor,
Chegou: janela aberta, escancarada!
Mais que propício, quase um ladrão,
Tão sorrateiro, levou o riso e o coração!

Roubou meu ar, levando a calma,
Arrebatou-me ad infinitum
De tão singelo, envolto em versos,
fisgou até os meus (agora) versos seus...
Fiquei faltando, trova sem rima,
jogo sem peças, anjo de asas caídas.
Nesses enredar, toda envolvida,
na tua teia ou trama de delicadeza,
perdi o fio, não quis sair.
(presa) por querer ficar...
Como de um sono-sonho não querer acordar
Ser minha própria sentinela,
e não me deixar fugir
Meus elos nos teus juntar,
aprisionada, pacto com teu existir...

Sutilezas ou o imponderável da paixão?
Pode me encontrar em :
http://www.anezinha.recantodasletras.com.br/
Easy...
Nada me pesa aos ombros.
Porque
amar e querer bem (não necessariamente nesta ordem)só nos traz a
leveza, o fluir do verso, a rima com a vida, cores e olores as cenas
comuns.
Não
sinto o frio da palavra que falta. Pois que a minha se faz múltipla, e
ocupa cada parêntese, e põe singelezas onde tu deixaste pequenas
reticências...
Não sofro a falta de afeto, nem o medo de que possam me faltar.
Ocupo lacunas com esse doce querer tanto, e me embriago com todo o meu transbordar.
Então sou leve, como domingos de sol...
Tranquila como manhãs de domingo...


Escrevo para.........
Quando escrevo exorcizo fantasmas, é meio abstração e também minha realidade se despindo.Sou eu me confessando a mi mesma.
Escrevo para....
Escrevo para por no mundo pequenas ânsias, escrevo para aportar desejos aflitos, escrevo para me salvar, é como Jogar as âncoras, o barco ora vai ao sabor das ondas, ora é a deriva....
Escrevo para acariciar as suas almas,e ser tocada por seus olhos impressos de brilho!
escrevo para Gozar,Flutuar, ser e merecer, Escrevo para seus delírios, seu deliciar!
Escrevo para vocês,
Agradeço seus olhos em mim, na minha ruptura poética!
Escrevo!
Muito grata por me sorverem as letras!
A todos que aqui passarem seus olhos, mentes e corações!
Rose