
Tu: Quando silabo teu nome, soam clarins em mim. Quando soletro tuas letras, escrevo no universo uma aura de ternura.
Saíste do foco de meus olhos, apenas deles, pois que habitas meu coração, povoando os sentimentos.
Na tua ausência fiz clausura aos sonhos, segregando de mim o sorrir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário